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O magnésio é o quarto mineral mais comum no corpo humano, participando de uma série de reações bioquímicos fundamentais para a geração de energia, contração muscular e aprendizagem.  O magnésio aumenta a plasticidade sináptica e a densidade das sinapses no hipocampo – a zona do cérebro que aloja a memória – gerando uma melhora nas habilidades de aprendizado e das memórias de curto e longo prazo.

A perda de sinapses é uma das principais características associadas à doença de Alzheimer. Pesquisas mostram que o adequado consumo e chegada de magnésio no cérebro protegem sinapses e diminuem a velocidade de perda de habilidades em pessoas com Alzheimer. A suplementação de magnésio também vem sendo investigada com sucesso no tratamento da ansiedade e da depressão.

Infelizmente, estudos mostram que crianças com Síndrome de Down possuem níveis mais baixos de magnésio circulantes do que crianças típicas. Baixos níveis de magnésio também pioram a função cardiovascular e da tireóide. Crianças frequentemente doentes também perdem mais magnésio pela urina.

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O magnésio poderia ser suplementado de várias formas: magnésio citrato, magnésio treonato, magnésio dimalato, magnésio quelado, cloreto de magnésio, magnésio glicinato, óxido de magnésio, sulfato de magnésio. No grupo de estudos discutiremos os prós e contras de cada formulação para a Síndrome de Down.

Dietas baseadas em comidas processadas e congeladas possuem pouco magnésio. Boas fontes dietéticas incluem semente de abóbora, semente de melão, semente de girassol, amêndoas, castanha de caju, cacau, espinafre, salmão e feijão preto. Discutiremos também os prós e contras de cada uma destas fontes na Síndrome de Down.

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